Em resposta a perguntas nos Stories do Instagram sobre a existência de “filiais” vendidas como franquias, Valadão rebateu veementemente:

“É uma das coisas mais absurdas que eu já ouvi… uma igreja que vende franquias. O que existe é uma igreja organizada, alinhada, saudável, que gera líderes… Lagoinha não vende franquias!”

Ele defendeu que a denominação forma e envia líderes para diversos lugares, dando origem a novas congregações — mas sem qualquer tipo de transação comercial pelo nome ou uso da marca.


🌱 Foco em crescimento orgânico e identidade central

A Lagoinha pretende, segundo Valadão, manter todas as suas unidades unidas sob uma única identidade institucional, mas sem comercializar franchising. A expansão ocorre por meio de líderes que nascem no ministério e replicam sua atuação pessoalmente em outras localidades.


📌 Contexto da disputa familiar

A controvérsia se intensificou após André entrar com ação judicial contra seu cunhado Felippe Valadão, que estava à frente da Lagoinha de Niterói. André exige a centralização da marca, enquanto Felippe argumenta ter recebido aval do pai, pastor Márcio Valadão, para usar “Lagoinha” independentemente.


⚖️ Reações no meio evangélico

A polêmica gerou apoio e críticas: o pastor Silas Malafaia, por exemplo, afirmou que “ninguém é dono da igreja” e ratificou a autonomia de Felippe Valadão; Já André demonstra irritação frente às acusações, reforçando que sua intenção é preservar uma estrutura “organizada e saudável” para o corpo da igreja.


🔍 Resumo geral

  • Acusações: especulações de que a Lagoinha venderia franquias para expansão.
  • Negação clara: “Lagoinha não vende franquias”, e sim forma líderes que fundam novas igrejas por vocação.
  • Origem da controvérsia: ação judicial contra unidade de Niterói por uso da marca.
  • Reação: polêmica familiar com manifestações variadas no cenário evangélico.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.